21 fevereiro 2014

Haja paciência

E pra não variar, lá continua o povo a preocupar-se mais com a vida dos outros do que com a própria. O Tordo foi pó Brasil? Deixa-lo ir. É triste ter que começar uma vida longe aos 65 anos de idade? É, mas também é sinal que o homem não tá morto e tem força na guelra. Cada um sabe de si. A minha Mãe fez o mesmo há 1 mês atrás e é só mais nova que o sr Tordo 10 anos. Teve que ser. Ele é só mais um, por isso, deixem lá o homem em Paz e sossego e que tenha muita sorte nesta nova fase. Rais parta povo tão mal linguarudo.

07 fevereiro 2014

At the Suisse Alps

Não gosto de neve, não gosto de frio e não gosto de vento, mas às vezes há que desafiar os nossos próprios gostos. Como dizem os meus meninos, we always have to give it a try.

31 janeiro 2014

Bruno Nogueira, és o Rei!

Sobre co-adopção, subscrevo as palavras deste senhor. Ri-me muito a ouvir o podcast mas a verdade é que isto não tem piada nenhuma e aquele penedo com dois olhos devia era enfiar-se num buraco o resto da vida. Que vergonha alheia meu Deus. A minha esperança é que Portugal dê uma "bofatada" bem dada nas trombas destes jotinhas-filhos-da-mamã-que-não-sabem-o-que-é-a-vida. Isso é que era. Acho que ainda vou a Portugal de próposito só pra votar, ai se não vou!!

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=3641008

30 janeiro 2014

Politicamente correcto e florzinhas e merdas

É pá eu nunca vou ter paciência pra florzinhas de estufa. Estes ingleses são uns cricos, hipócritas, politicamente correctos e falsos. Tira-me do sério este floreado todo que se tem que fazer para falar seja do que for. E dizer as coisas como são??? Ou somos adultos e aceitamos a critica como forma de nos tornamos melhor, ou então somos criancinhas que não nos podem dizer nada que ficamos todos sensiveis "Ahh e tal foste muito bruto". Ai senhor, da-me paciência.

26 janeiro 2014

A polémica das praxes

Mas será possivel que todos os anos se discuta o raio das praxes desta maneira? E será possivel que os praxantes não tenham 2 dedos de testa para saberem que há limites? E será possível que os praxados não tenham tomates para dizer não quando a coisa ultrapassa o limite da brincadeira?

Eu fui praxada e praxante na Academia Minhota e sempre enverguei o meu traje com muito orgulho e muito respeito pela Universidade do Minho. Nunca me senti humilhada nem nunca fiz nada que considere desumano. A praxe pode e deve ser a integração dos novos alunos, tudo depende de como é encarada e levada a cabo. Nem me vou alargar sobre o assunto dos estudantes do Meco porque acho que os Pais merecem esse respeito. E eu, não os conhecendo, respeito a sua dor.

Mas todos os anos é a mesma treta. Já enjoa. Eu sou pró praxe. Praxei e fui praxada nunca chorei, nunca me humilharam, nunca fiz nada que ultrapassasse os meus limites e disse algumas vezes que não. Mas a verdade é que me diverti imenso, fiz amigos prá vida e vivi uma experiência inesquecível. É uma daquelas fase da vida que já passou, que fez sentido naquela altura e que me encheu as medidas. Hoje se calhar já não teria paciência (nem garra) para andar a gritar pelo meu curso pela cidade de Braga com a cara toda pintada de baton, mas na altura foi giro.

Há abusos sim senhor mas penalizem esses que abusam. Acho errado condenar o todo pelo (mau) exemplo de alguns, só isso!

Eu gostava é que se falasse um bocadinho das praxes de iniciação militar e do que se passa dentro de alguns quarteis. Nisso ninguém mexe, claro.

01 janeiro 2014

Bye bye 2013 ('tou tcheia de t'oubir)

Acabou! Finalmente acabou. Não que eu ache que de um dia pó outro as coisas vão mudar exponencialmente e as pessoas doentes vão ficar milagrosamente saudáveis, ou eu vá perder todo o medo que acumulei durante este ano ou até que as pessoas que perdemos retornem a nós. Claro que não. Mas é tão bom ver este filha duma putice de ano que passou pelas costas e pensar que este vai ser diferente. Fecha-se um ciclo e vira-se a página na esperança que o ano de 2014 seja tudo aquilo que 2013 não foi... Tranquilo!

Mas, apesar de tudo, 2013 foi o ano em terminei o meu Mestrado e me senti realizada por isso, foi o ano em que soube que vou ser Madrinha e estou em ânsias para que a criança seja feita (sim porque o convite foi feito e a criança ainda nem sequer está feita). Foi o ano em que conheci mais alguns cantinhos deste mundo e me esparramei ao sol com 39ºC. Fui ver as Tulipas aos Países Baixos e nadei no melhor Mar que alguma vez tinha visto. Foi o ano em que tive medo pelos meus, pelas minhas pessoas e tentei estar o mais presente possível. Tive visitas (muitas) que me aqueceram o coração. Fiz 32 anos e sinto-me melhor do que quando tinha 20. Fui a entrevistas e comecei a trabalhar em Londres. Trabalhei que nem uma desalmada e perdi muitas horas de sono à conta do trabalho. Não estive presente no aniversário da minha Maria e isso cortou-me a alma. Decidi que dizer que amamos alguém não é sinal de fraqueza mas sim de entrega. 2013 foi o ano em perdi gente, e em que tive medo de perder outros tantos. Foi o ano em que te vi chorar controladamente e isso feriu-me por não poder arrancar a dor de dentro de ti. Foi o ano em que me ri, muito. Foi o ano em que chorei, muito. Foi o ano em que me desiludiram e o ano em que eu soube quem está comigo. Foi o ano em que fui a casamentos e chorei ao ver grandes amigos felizes. 2013 foi o ano em que eu tive a certeza que Portugal deixou de ser a minha "casa". Em que voltar não está, decididamente, nos planos. Foi o ano em que tivemos o melhor Verão em Londres e eu deliciei-me com dias compridos e cheios de sol e calor. Foi o ano em que odiei o Natal e aqueles que mo fizeram o odiar. Em que, finalmente, verbalizei a revolta pela familia que me deram e em que decidi que o Natal deixará de existir nos próximos tempos. Foi o ano em que percebi que não se ajuda quem não quer ser ajudado.

2013 foi assim! E muito mais.

Feliz ano de 2014 e façam o favor de ser felizes.

24 dezembro 2013

Com o coração mais quentinho...

Já liguei à minha família do coração, Não aquela que nos calha mas sim aquela que nós escolhemos e o meu coração ficou mais quentinho e recheado. Os meus amigos (e a família dos meus amigos) são a minha família do coração e, apesar de ter aqui a Mummy comigo, eles fazem-me falta, todos os dias, como qualquer outra família.

21 dezembro 2013

É Natal e coiso e tal...

Desde há uns anos pra cá o meu Natal deixou de significar união, família, felicidade. Era mais uma mistura de culpa e desconforto, a noite era passada com peso na consciência e desejosa que chegasse ao fim. Infelizmente, o Natal perdeu todo o encanto que teve outrora, deixou de ser mágico p'ra ser penoso, por isso mesmo este Natal vai ser passado por terras de Sua Majestade. Aqui ninguém me cobra nem eu me sinto culpada. Aqui sinto-me em casa e em Paz. E isso sim, é Natal!

Feliz Natal a todos e vivam o novo ano ao máximo. Lembrem-se .... no one can dream for you, so, make your own dreams.

09 novembro 2013

My (end of) love letter

It's weird to speak about it. It seems everything becomes more real. You hurt me, you continue to hurt me but I can not see my life, my future, my happiness if you are not there. No matter what, who or when you're mine and I'm yours. If life moves us apart you have to know that you where the best part of me, the one who made me believe that happiness was out there. No matter what, trust me when I say that.... Ohh if I could just see you now, I know everything would be alright. I know we are going to loose this battle, you and me, we are both going to loose. But remember me, remember the times when we made crazy love, when our room was all we needed because you and I, we were both there. Remember my smile because I will remember how you made me laugh with no reason, and that's happiness, and that's love. Yes I do Love You, I do wish you'd love me back like you used to, yes I never said that to you and I regret it now. But trust me when I say it, even though it is too late now, even though my time has passed. I was so afraid of you, of your uncontrolled love and passion, of the way you used to hold me in your arms and made me feel safe. I miss that, you know? Us. Together. Your hand. Your touch. Miss everything about it. Your love for me is not real anymore, your heart stopped racing for me, I know. But this is not a goodbye letter, we will always be around, you and me, somewhere in the world. So, every time you think of me, smile, smile hard, because my Love for you was real and, no matter what, who or when, you'll always be a part of me.
So, tonight, every night, love me like it was our last night together, and maybe, just maybe, we don't lose this war, we don't lose each other.
There's always gonna be, isn't it? You and me!

02 novembro 2013

I need a friend. I need my friends.

18 outubro 2013

My world got upside down. That'all. Need to drink, need to cry. Maybe I'll just go and do that. Yup

12 outubro 2013

Need a break...

Uma semana, falta só uma semana e eu estou prontinha pra voltar àquela cidade. Sem saber, sem sequer me aperceber, fui muito feliz no meio dos Irlandeses e da sujidade e dos bêbedos. Bring it on Dublin :D

05 outubro 2013

O meu sábado de (quase) merda

Hoje foi um dia bom, apesar de tudo. Apesar de ter que ir po trabalho fazer formação a manhã toda, apesar de ter chegado 30min atrasada porque a minha estação de metro estava fechada e eu ter que andar 45 min até à próxima, apesar de me ter apetecido mandar umas quantas po caralhinho, apesar de ter sentido vontade de chorar e em vez disso fumei um cigarro. Apesar disso tudo, foi um bom dia. A minha Maria está cá e isso valeu a manhã de merda que tive. A verdade é que sinto falta disto, de ter a amiga ao meu lado, das nossas conversas. Sim, queria tê-la aqui, sempre, a ocupar o sofá todo porque está a dormir que nem uma badalhocahá mais de meia hora, mas mesmo assim queria tê-la aqui, e dar-lhes os mimos que precisa e rir e rir e rir e rir.

And that's it, only...

23 setembro 2013

Lost my words

Teria tanto pra contar mas vontadinha nenhuma p'ra escrever. Ando assim, sem muitas palavras porque as tenho gasto todas com os que me estão perto e precisam delas.

A vida é mesmo assim, ora nós, ora eles.

02 setembro 2013

Mas esta gente não tem quem lhes dê uns açoites bem dados??

"Biba" a república das bananas. "BIBAAAAA"

O país a arder, bombeiros a morrer, a hipótese mais que óbvia de um segundo resgate, mas toca de proteger as mulheres (coitadinhas das mulheres) dos piropos dos homens (esses malvados). Acho que sim. Continuem a brincar aos políticos e a fazer de conta que se preocupam. A malta agradece.

Era po-los no colo de rabo pra cima e dar-lhes uns bons açoites, isso é que era!!!

Ad confessionem

Vade Mecum